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Se você invocar o demônio, ele virá cobrar a conta

demonioO filme “Exorcistas no Vaticano” fala de comportamentos demoníacos e mostra supostas possessões. Isso é real? As coisas acontecem como o filme mostra?

No programa “Fim de Semana”, da rede COPE, entrevistaram o sacerdote José María Muñoz Urbano, exorcista oficial da diocese de Córdoba, que explicou como os exorcismos continuam sendo solicitados, inclusive “cada vez mais”: “O grande motivo é a crise espiritual que temos; fala-se cada vez menos de Deus, e nas redes sociais encontramos o tema do espiritismo com muita facilidade”.

As consequências de toda essa brincadeira com o demônio são as possessões ou infestações, e o padre explica que, na internet, é possível encontrar facilmente informações para realizar rituais satânicos. “Qualquer jovem tem esta informação e pode estar brincando com o diabo.”

Este é um tema sério: a ouija é bem perigosa. “Cerca de 70% dos casos que atendo de possessões ou pessoas infectadas pelo demônio começam com o tabuleiro ouija, explica o sacerdote, comentando que muitas vezes a ouija é feita como uma brincadeira, por curiosidade: “Por tentar falar com um defunto, por exemplo, apelam à ouija, e depois começam a acontecer coisas estranhas na casa, ou pessoas que começam a ficar doentes, ou aparelhos que param de funcionar de repente…”.

“Quando se invoca o demônio, ele vem cobrar a conta”, afirma muito sério o sacerdote, que mostra que a tarefa do exorcista é, em primeiro lugar, colocar a pessoa em graça de Deus. “Isso não é magia. Para que Deus possa curar você e expulsar os demônios, você precisa estar perto de Deus.”

José María Muñoz Urbano explica que, com temas como ouija, Charlie-Charlie etc., e com filmes como este, as pessoas acabam praticando por curiosidade. E depois chega a fatura.

No entanto, para saber se existe de fato uma possessão ou ação demoníaca, o padre exorcista recomenda 3 passos:

– Procurar o pároco de sua confiança
– Passar por consulta com um psicólogo/psiquiatra
– Procurar um exorcista, caso os anteriores não identificarem patologias.

Cabe recordar que “muitas pessoas acabam achando que alguns problemas simplesmente humanos são ação do demônio”, mas isso também é exagero.

Aleteia 

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