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Ministérios Eclesiais

ACÓLITOS

Pequeno grupo formado por meninos e meninas, com idade a partir de 12 anos. Tem por trabalho, servir no altar, juntamente com ministros e coroinhas. A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas. Acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para servi-las e ajudá-las.

Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar, acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.

Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada domingo.

Acólitos Instituídos

São acólitos instituídos, aqueles rapazes que o Bispo tendo reconhecido neles o chamado ao sacerdócio, passam pelas etapas que preparam a ordenação diaconal e sacerdotal. Estas etapas são uma introdução aos Ministérios, Leitorado e Acolitado. Podem ser acólitos instituídos também homens casados, que são chamados ao Diaconato Permanente.

Acólitos não instituídos

Os acólitos não instituídos são em muito maior número do que os instituídos. São aqueles que conhecemos melhor, porque os vemos todos os domingos a servir na missa, nas nossas paróquias. Eles podem ser rapazes ou moças. Quem os chama para serem acólitos, é o pároco de cada paróquia e não o bispo da diocese. Esse chamamento é precedido duma preparação. O Curso para Acólitos tem por fim ajudar a fazer essa preparação.

Juntamente com o curso, é muito importante praticar o serviço de acólito, procurando fazê-lo cada domingo com maior perfeição e atenção, mas sobretudo, com muito espírito de fé. Podemos dizer que Jesus foi o primeiro de todos os acólitos, pois disse um dia estas palavras: Eu estou no meio de vós como quem serve.,Ora, o acólito, quer seja instituído, quer seja não instituído, é e deve ser cada vez mais, um rapaz ou uma moça que gostam de servir a Deus e aos seus irmãos na vida, a começar pelos que moram em sua casa e com os que com eles convivem mais de perto, e também na liturgia.

Os Acólitos não instituídos executam as seguintes tarefas: carregar a Cruz Processional, no início e fim da celebração;,levar o Missal até o padre na hora das orações; administrar o turíbulo quando usado; ajudar o sacerdote na preparação do altar e na sua limpeza.

Cargo Nome Telefone
Coordenador João Batista Fontanella (48) 98838-9082
Vice-coordenadora Morgana de Souza Elias Fontanella (48) 99655-5730
Secretária Daniel Rabelo (48) 99139-5887

MINISTÉRIO DA PALAVRA

O Ministro Extraordinário da Palavra exerce um ministério. É um servidor e deverá conscientizar-se de que a sua preocupação deve estar voltada para uma relação íntima entre o ministério, Jesus e a comunidade, ou seja, a pessoa deve carregar consigo que o ministério é estar a serviço de Jesus antes da comunidade, isto é, uma intimidade de pura espiritualidade, tornando essa comunidade mais cristã, mais missionária e ativa à caminho da salvação.

O Ministério requer a consciência do compromisso assumido mediante Cristo e a comunidade. Para isso o Ministro Extraordinário da Palavra deve buscar conhecer melhor sua fé e o espírito de vivência comunitária e que seja um promovedor e transformador da fraternidade. Portanto todos os ministérios devem ser exercidos em um espírito de serviço fraterno e dedicação à Igreja, em nome do Senhor.

Todo Ministério só é completamente fortalecido quando nutrido pelo amor a Deus, ao irmão e ao serviço se fazendo comum união verdadeira e perpetuando pela consciência da missão que se torna testemunho no mundo promovendo a transformação que possa levar todos a salvação, lembrada sempre que Jesus é o centro da vida e de todo Ministério.

O Ministro da Palavra tem a autorização para:

– Distribuir a Sagrada Comunhão nas Missas e

– Celebrações, na falta do Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão.

– Levar a Sagrada Comunhão aos Enfermos e Idosos, na falta de Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, de acordo, com as necessidades das Comunidades.

Cargo Nome Telefone
Coordenador Fabrício Fachin (48) 98840-9901
Vice-coordenador Jardel Antunes Fieira (48) 99944-0049
Secretária Nilda Aparecida Nunes (48) 92267-1380

MINISTRO DAS EXÉQUIAS

O mistério da morte, para os cristãos, ilumina-se à luz da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Por isso, o Concílio Vaticano II, ao recomendar a revisão do Ritual das Exéquias, pediu que nelas se exprimisse «mais claramente o sentido pascal da morte cristã», respeitando as condições e as tradições de cada região.

Pelas exéquias, a Igreja confia o defunto à misericórdia de Deus e, através da aspersão, da incensação, das flores, dos cânticos e das orações, exprime a veneração que dispensa ao corpo que foi regenerado pelas águas batismais, se tornou templo do Espírito Santo e foi alimentado com o Pão da Vida. Consola os vivos enlutados, garantindo-lhes, pela fé, a união futura com o defunto na comunhão dos santos. Desta forma a celebração da morte alimenta em todos os fiéis a esperança da eternidade e afirma o caráter escatológico da vida cristã (SC, 8; LG, 48-51), pois os que foram «configurados com Cristo na morte, com Cristo tomarão parte na Ressurreição».

São funções dos Ministros das Exéquias: presidir a celebração da Palavra por ocasião das exéquias; proceder a encomendação do corpo conforme o ritual; dar assistência pastoral à família, preparando-a para a missa de sétimo dia; e exercer o ministério da consolação.

Nelson Godinho (48) 3464-3592 / 99127-6050

MINISTRO DO BATISMO

MINISTRO é a pessoa que confere o ou administra o Sacramento.

Para designarmos o ministro do Batismo, importa distinguir entre batismo solene e batismo privado.

Batismo solene é o que se administra com todos os ritos e cerimônias do Ritual. Do contrário, é batismo privado.

A – Ministros ordinários do BATISMO SOLENE: são os BISPOS e os SACERDOTES. Compete-lhes, este ministério, por direito próprio, não por faculdade extraordinária. Na pessoa dos Apóstolos, foi a eles que Nosso Senhor ordenou: “Ide… e batizai.”

B – Ministros extraordinários do BATISMO SOLENE: são os DIÁCONOS. Não podem, contudo, batizar sem permissão do bispo ou do sacerdote.

C – Ministros do BATISMO PRIVADO: Em caso de necessidade, isto é, em perigo de morte, qualquer pessoa (até mesmo um pagão ou um herege) pode administrar o batismo privado.

No entanto, há condições que devem ser observadas:

a) Usar a matéria válida: água natural.

b) Empregar a fórmula exata: “Eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”

NOTA: A mesma pessoa, enquanto derrama a água na cabeça do batizando, vai pronunciando as palavras da fórmula.

c) Ter a intenção de fazer o que faz a Igreja Católica.

Dentre as pessoas presentes, o padre será preferido ao diácono; o diácono ao seminarista; o seminarista ao leigo; o homem à mulher, a não ser que esta entenda melhor o modo de proceder.

Quando, por qualquer motivo, na administração do Batismo foram omitidas algumas cerimônias, as crianças devem ser levadas quanto antes a Igreja, a fim de o sacerdote completar o que foi omitido.

Paulo César Antunes (48) 98837-7174 / 98862-7759

MINISTROS ESTRAORDINÁRIOS DA COMUNHÃO EUCARÍSTICA

O ministro extraordinário da comunhão é, na Igreja Católica, um leigo a quem é dada permissão, de forma temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis, na missa ou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer.

Chamam-se extraordinários porque só devem exercer o seu ministério em caso de necessidade, e porque os ministros ordinários (isto é, habituais) da comunhão são apenas os fiéis que receberam o sacramento da ordem. Na verdade, é a estes que compete, por direito, distribuir a comunhão. Por esse motivo, o nome desta função é ministro extraordinário da comunhão, e não da Eucaristia, visto que apenas os sacerdotes são ministros da Eucaristia, e a função dos ministros extraordinários da comunhão exerce-se apenas na sua distribuição.
Índice

Cargo Nome Telefone
Coordenadora Flávia Barbara Ceron (48) 99656-7441
Vice-coordenadora Neuza de Fatima da Silva (48) 99830-5247
Secretária Manuela Benedet (48) 99893-2997

Última atualização

12 de julho de 2020